2007
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Estudo Edificações Valores de Venda 2002 é publicado no D.O.
Autor(es): Fonte: Diário Oficial
Data: 19/05/2002

Foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo - Caderno 2 - em 17 de maio de 2002, o Estudo Edificações Valores de Venda - 2002, veja na íntegra:


EDIFICAÇÕES - VALORES DE VENDA - 2002


I- INTRODUÇÃO


A Portaria nº 01/99, do Meritíssimo Juiz de Direito Coordenador do Centro de Apoio aos Juízes da Fazenda - CAJUFA, nomeou a Comissão de Peritos com a determinação, entre outras, de elaborar o presente estudo com o objetivo de balizar os laudos de avaliação de imóveis, à vista da flagrante desatualização do estudo até então vigente.


Cabe colocar que o estudo Edificações/87 foi elaborado há mais de catorze anos, quando a realidade econômica era outra, sendo que nos últimos anos os valores, então sugeridos, vinham-se mostrando exageradamente altos.


A Comissão de Peritos, quando dos trabalhos para a fixação de valores para as desapropriações para a construção do Rodoanel, entendeu de apresentar novos valores para as várias faixas e, ante a premência da finalização daqueles trabalhos, não foi possível retirar os anacronismos e nem promover as alterações que se faziam necessárias nas descrições.


Agora, decorridos alguns meses de árduos trabalhos e por consenso dos membros da Comissão de Peritos, chegou-se a uma nova estrutura de tópicos que foram entendidos como significativos para a formação de valores de mercado.


A par dessa nova estrutura, também por consenso, entendeu-se que deveriam restar fixados alguns conceitos e critérios com o objetivo de nortear eventuais desvalorizações do valor da edificação, e/ou de seu remanescente, nos imóveis atingidos parcialmente.


Considerando que os parâmetros estudados tiveram como base a Cidade de São Paulo e o mercado atual, recomenda-se a aplicação do presente estudo, diretamente, apenas no Município de São Paulo e a partir desta data; sendo que a sua utilização em outra região, mesmo nas vizinhas, deve ser precedida de aferição e de adaptações, se for o caso.


II- CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES


As edificações foram classificadas conforme quadro resumo a seguir apresentado:


CLASSE GRUPO PADRÃO


1- RESIDENCIAL

1.1- BARRACO

1.1.1- Rústico
1.1.2- Simples

1.2- CASA

1.2.1- Rústico
1.2.2- Proletário
1.2.3- Econômico
1.2.4- Simples
1.2.5- Médio
1.2.6 - Superior
1.2.7- Fino
1.2.8 - Luxo


1.3- APARTAMENTO

1.3.1- Econômico
1.3.2- Simples Sem elevador
Com elevador
1.3.3- Médio Sem elevador
Com elevador
1.3.4- Superior Sem elevador
Com elevador
1.3.5- Fino
1.3.6- Luxo


2- COMERCIAL/ SERVIÇO/ INDUSTRIAL


2.1- ESCRITÓRIO

2.1.1- Econômico
2.1.2- Simples Sem elevador
Com elevador
2.1.3- Médio Sem elevador
Com elevador
2.1.4- Superior Sem elevador
Com elevador
2.1.5- Fino
2.1.6- Luxo

2.2- GALPÃO

2.2.1- Econômico
2.2.2- Simples
2.2.3- Médio
2.2.4- Superior
2.3- LOJA Vide recomendação especial.


3- ESPECIAL

3.1- COBERTURA

3.1.1- Simples
3.1.2- Médio
3.1.3- Superior


Descrição e caracterização das edificações:


CLASSE 1- RESIDENCIAL

Grupo 1.1- BARRACO

1.1.1- Barraco padrão RÚSTICO

A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Típicos de favela e compostos geralmente por um cômodo. Construídos com sobras de materiais de construção e outros, tais como papelão e compensado; piso em terra batida; instalações precárias, às vezes com sanitário.

B - VALOR UNITÁRIO: 0,05 a 0,10 de H8-2N


1.1.2- Barraco padrão SIMPLES

A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Típicos de favela e podendo ter mais de um cômodo, possuem fechamentos de sobras de materiais de construção ou às vezes alvenaria sem revestimentos; piso cimentado ou atijolado; instalações aparentes, mínimas e precárias; portas e janelas rústicas e improvisadas, eventualmente reaproveitadas.

B - VALOR UNITÁRIO: 0,11 a 0,15 de H8-2N


Grupo 1.2- CASA

1.2.1- Casa padrão RÚSTICO

A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Construídas geralmente em etapas, sem preocupação com o projeto e sem utilização de mão de obra qualificada. Na maioria das vezes são térreas, ocupam a totalidade do terreno e utilizam materiais básicos. Desprovidas de acabamentos, com deficiências construtivas evidentes, tais como desaprumos, desníveis e falta de arremates, bem como pés diretos aquém dos usuais, normalmente sem estrutura portante. Cobertura em telha de fibrocimento ondulada.

B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada: Inexistentes
2- Área externa: Terra batida ou sobras de materiais
3- Revestimentos de paredes

Externas: Sem revestimento.

Internas:
Áreas secas: Sem revestimento.
Áreas molhadas: Sem revestimento

4- Revestimento de pisos

Áreas secas: Cimentado ou atijolado
Áreas molhadas: Cimentado, cacos de cerâmica ou equivalente.

5- Revestimento de forros

Áreas secas: Inexistentes
Áreas molhadas: Inexistentes

6- Esquadrias

Portas: Madeira e/ou ferro simples, sem pintura.
Janelas: Madeira e/ou ferro simples, sem pintura.

7- Instalações elétricas:

8- Instalações hidráulicas: Aparentes e incompletas

9- Outras Instalações: Aparentes e incompletas


C - VALOR UNITÁRIO: 0,30 a 0,40 de H8-2N


1.2.2- Casa padrão PROLETÁRIO

A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Construídas geralmente em etapas, sem preocupação com o projeto e sem utilização de mão de obra qualificada. Na maioria das vezes são térreas e utilizam materiais básicos. Apresentando geralmente apenas os acabamentos essenciais, com deficiências construtivas evidentes, tais como desaprumos, desníveis e falta de arremates, bem como pés diretos aquém dos usuais, normalmente sem estrutura portante. Cobertura em laje pré-moldada, impermeabilizada por processo simples, ou telhas sobre estrutura de madeira.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada:

2- Área externa: Terra batida ou sobras de materiais ou cimentado

3- Revestimentos de paredes

Externas: Chapisco ou emboço, eventualmente com pintura.

Internas:

Áreas secas: Emboço, com pintura a base de cal ou látex.
Áreas molhadas: Emboço com pintura, eventualmente com azulejo em áreas localizadas.

4- Revestimento de pisos

Áreas secas: Cimentado, cacos de cerâmica ou cerâmica comum.
Áreas molhadas: Cimentado, cacos de cerâmica ou cerâmica comum.

5- Revestimento de forros

Áreas secas: Inexistente, eventualmente chapisco na laje.
Áreas molhadas: Inexistente, eventualmente chapisco na laje.

6- Esquadrias

Portas: Madeira e/ou ferro simples, eventualmente com pintura.
Janelas: Madeira, alumínio e/ou ferro simples, eventualmente com pintura.

7- Instalações elétricas: Incompletas e eventualmente embutidas.

8- Instalações hidráulicas: Incompletas e eventualmente embutidas.

9- Outras Instalações: Inexistentes


C - VALOR UNITÁRIO: 0,41 a 0,55 de H8-2N


1.2.3- Casa padrão ECONÔMICO

A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Construídas geralmente em etapas, sem preocupação com o projeto e sem utilização de mão de obra qualificada. Na maioria das vezes são térreas e utilizam materiais básicos. Geralmente com todos os acabamentos e sem imperfeições evidentes de prumos, níveis e arremates. Geralmente cobertura em laje de concreto impermeabilizada por processo simples ou telhas sobre estrutura de madeira com forro.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada:

2- Área externa: Cimentado, caco de cerâmica ou cerâmica comum.

3- Revestimentos de paredes

Externas: Emboço com pintura simples.

Internas:

Áreas secas: Emboço com pintura simples.

Áreas molhadas: Barra a óleo ou azulejo comum, eventualmente até o teto.

4- Revestimento de pisos

Áreas secas: Cerâmica comum ou forração.

Áreas molhadas: Cimentado, cacos de cerâmica ou cerâmica comum.

5- Revestimento de forros

Áreas secas: Emboço ou madeira, com pintura.

Áreas molhadas: Emboço ou madeira, com pintura.

6- Esquadrias

Portas: Madeira e/ou ferro, com ferragens comuns.
Janelas: Madeira e ferro, pintadas e/ou alumínio.

7- Instalações elétricas: Mínimas e embutidas

8- Instalações hidráulicas: Embutidas. Banheiros dotados de aparelhos sanitários e metais comuns.

9- Outras Instalações: Inexistentes


C - VALOR UNITÁRIO: 0,56 a 0,75 de H8-2N


1.2.4- Casa padrão SIMPLES


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Térreas ou assobradas, com projetos que demonstram alguma preocupação com a distribuição interna; geralmente geminadas. Podem apresentar cobertura para serviço e veículo. Utilizam materiais econômicos e simples, sendo construídas em alvenaria e apresentando, na maioria das vezes, estrutura de concreto. Cobertura em laje de concreto ou telhas sobre estrutura de madeira com forro.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada: Alguma preocupação estética.

2- Área externa: Cimentado, caco de cerâmica ou cerâmica comum.

3- Revestimentos de paredes

Externas: Reboco com pintura em látex

Internas:

Áreas secas: Reboco com pintura em látex

Áreas molhadas: Azulejo comum até o teto.

4- Revestimento de pisos

Áreas secas: Cerâmica ou forração.

Áreas molhadas: Cerâmica comum.

5- Revestimento de forros

Áreas secas: Madeira, gesso ou reboco, com pintura.

Áreas molhadas: Madeira, gesso ou reboco, com pintura.

6- Esquadrias

Portas: Madeira e/ou ferro, com ferragens comuns.
Janelas: Madeira, ferro ou alumínio, comuns.

7- Instalações elétricas: Mínimas e embutidas

8- Instalações hidráulicas: Embutidas. Banheiros dotados de aparelhos sanitários e metais comuns.

9- Outras Instalações: Eventualmente ponto de antena e de telefonia, embutidos.


C - VALOR UNITÁRIO: 0,76 a 1,00 de H8-2N


1.2.5- Casa padrão MÉDIO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Térreas ou assobradadas, construídas obedecendo a projetos que apresentam preocupação com a fachada e a distribuição interna. Normalmente são geminadas apenas de um lado. Geralmente com uma suite e, em sobrados, lavabo no térreo. Usualmente apresentam edícula e cobertura para um ou dois veículos. Os materiais e acabamentos são padronizados, geralmente de boa qualidade. Cobertura em telhado, sobre laje.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada: Eventual detalhe na face principal com aplicação de pedras, pastilhas ou outros materiais.

2- Área externa: Jardim, piso cimentado ou cerâmico.

3- Revestimentos de paredes

Externas: Reboco com pintura em látex

Internas:

Áreas secas: Massa corrida ou gesso com pintura em látex.

Áreas molhadas: Azulejo até o teto.

4- Revestimento de pisos

Áreas secas: Tacos, assoalho, revestimento vinílico ou carpete.

Áreas molhadas: Cerâmica esmaltada.

5- Revestimento de forros

Áreas secas: Massa corrida ou gesso com pintura em látex.

Áreas molhadas: Massa corrida ou gesso com pintura em látex.

6- Esquadrias

Portas: Madeira e/ou ferro, eventualmente com detalhes, ferragens de padrão comercial.

Janelas: Madeira, ferro ou alumínio, padrão comuns.

7- Instalações elétricas: Completas e embutidas

8- Instalações hidráulicas: Com aparelhos sanitários e metais comuns, eventualmente com aquecedor central ou individual.

9- Outras Instalações: Mais de um ponto de telefonia e de antena para televisão


C - VALOR UNITÁRIO: 1,01 a 1,30 de H8-2N


1.2.6- Casa padrão SUPERIOR


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Térreas ou assobradadas, geralmente isoladas, obedecendo a projeto arquitetônico esmerado, integrando telhado, fachada e paisagismo. Apresentam sala para dois ambientes, uma suite e dois dormitórios, dependências completas para emprega e garagem para dois veículos ou mais.Jardim e eventualmente piscina e/ou churrasqueira. Os materiais e acabamentos são de boa qualidade, apresentando alguma personalização.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS


1- Fachada: Composição arquitetônica na principal, com aplicação de revestimentos diferenciados das demais.

2- Área externa: Tratamento paisagístico e pisos revestidos com cerâmica de boa qualidade ou pedras.

3- Revestimentos de paredes

Externas: Pintura em látex sobre massa corrida.

Internas:

Áreas secas: Pintura em látex sobre massa corrida, eventualmente detalhe decorativo.

Áreas molhadas: Azulejo de qualidade superior até o teto, eventualmente fórmica ou pintura especial.

4- Revestimento de pisos

Áreas secas: Tacos ou assoalho de madeira de boa qualidade ou carpete, eventualmente na área social, mármore ou granito.

Áreas molhadas: Cerâmica esmaltada, de padrão superior, mármore, granito ou equivalente.

5- Revestimento de forros

Áreas secas: Massa corrida ou gesso e pintura em látex.

Áreas molhadas: Massa corrida ou gesso e pintura em látex.

6- Esquadrias

Portas: Madeira e ferragens de boa qualidade, eventualmente com detalhes.

Janelas: Madeira, ferro ou alumínio, de boa qualidade.

7- Instalações elétricas: Completas e embutidas, com circuitos independentes específicos.

8- Instalações hidráulicas: Aparelhos sanitários e metais de boa qualidade, com sistema de aquecimento central.

9- Outras Instalações: Pontos de telefonia, de recepção de TV e de ar condicionado em diversos ambientes. Eventualmente instalações de segurança embutidas.


C - VALOR UNITÁRIO: 1,31 a 1,65 de H8-2N


1.2.7- Casa padrão FINO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Implantadas em terrenos com amplas dimensões, totalmente isoladas. O estilo e os materiais de acabamento obedecem a uma linguagem arquitetônica definida. Compostas de três salas ou mais (estar, jantar, sala de TV), quatro dormitórios ou mais, pelo menos duas suítes, uma delas com closet, lavabo, sala de almoço, cozinha com despensa, adega e dependências de empregados. Tratamento paisagístico, garagem para três ou mais veículos, normalmente piscina e churrasqueira.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada: Tratamento arquitetônico em todas as faces.

2- Área externa: Tratamento paisagístico geral.

3- Revestimentos de paredes

Externas: Emprego de materiais definidos pelo estilo arquitetônico.

Internas:

Áreas secas: Pintura em látex, sobre massa corrida, papéis decorados, etc..

Áreas molhadas: Azulejos de qualidade superior, granito ou mármore, eventualmente fórmica ou pintura especial.

4- Revestimento de pisos

Áreas secas: Tacos ou assoalho de madeira, carpete, mármore, granito, porcelanato ou equivalente, todos de qualidade superior.

Áreas molhadas: Cerâmica, mármore, granito, porcelanato ou equivalente, todos de qualidade superior.

5- Revestimento de forros

Áreas secas: Massa corrida ou gesso e pintura em látex.

Áreas molhadas: Massa corrida ou gesso e pintura em látex.

6- Esquadrias

Portas: Madeira, fabricadas sob encomenda, com ferragens especiais.

Janelas: Madeira, alumínio, vidro ou aço, fabricadas sob encomenda, com ferragens especiais.

7- Instalações elétricas: Completas e embutidas, com circuitos independentes específicos.

8- Instalações hidráulicas: Aparelhos sanitários e metais de qualidade superior, com sistema de aquecimento central.

9- Outras Instalações: Central telefônica. Pontos de recepção de TV e de ar condicionado nas áreas secas, eventualmente central de ar condicionado. Instalações de segurança embutidas,


C - VALOR UNITÁRIO: 1,66 a 2,40 de H8-2N


1.2.8- Casa padrão LUXO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS:

Implantadas em terrenos com amplas dimensões, totalmente isoladas. O estilo e os materiais de acabamento obedecem a uma linguagem arquitetônica definida. Os acabamentos e a distribuição dos ambientes têm características personalizadas. Possuem, no mínimo, os seguintes ambientes: quatro salas (estar, jantar, escritório e som/TV), quatro ou mais suítes, sendo uma máster, lavabo, sala de almoço, cozinha, despensa, adega e dependências completas para empregados. Tratamento paisagístico, piscina com vestiário e dependências para lazer, eventualmente quadra esportiva. Garagem para quatro veículos ou mais.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada: Tratamento arquitetônico em todas as faces

2- Área externa: Tratamento paisagístico geral.

3- Revestimentos de paredes

Externas: Emprego de materiais definidos pelo estilo arquitetônico.

Internas:

Áreas secas: Pintura em látex, sobre massa corrida, papéis decorados, etc..

Áreas molhadas: Azulejos de qualidade superior, granito ou mármore, eventualmente fórmica ou pintura especial.

4- Revestimento de pisos

Áreas secas: Tacos ou assoalho de madeira, carpete, mármore, granito, porcelanato ou equivalente, todos de qualidade superior.

Áreas molhadas: Cerâmica, mármore, granito, porcelanato ou equivalente, todos de qualidade superior.

5- Revestimento de forros

Áreas secas: Massa corrida ou gesso e pintura em látex.

Áreas molhadas: Massa corrida ou gesso e pintura em látex.

6- Esquadrias

Portas: Madeira, fabricadas sob encomenda, com ferragens especiais.

Janelas: Madeira, alumínio, vidro ou aço, fabricadas sob encomenda, com ferragens especiais.

7- Instalações elétricas: Completas e embutidas, com circuitos independentes específicos.

8- Instalações hidráulicas: Aparelhos sanitários e metais de qualidade superior, com sistema de aquecimento central.

9- Outras Instalações: Central telefônica e pontos de recepção de TV nas áreas secas. Sistema de segurança e de ar condicionado central, eventualmente elevador.


C - VALOR UNITÁRIO: acima de 2,40 de H8-2N.


Grupo 1.3- APARTAMENTO


1.3.1- Apartamento padrão ECONÔMICO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Edificação geralmente com dois ou três pavimentos, sem preocupação com estilo arquitetônico, seja de fachada ou funcionalidade. O pavimento térreo pode estar ocupado por destinação diversa. Não possui elevador e normalmente sem portaria ou local para estacionamento. Emprego de mão-de-obra com pouca qualificação. Unidades usualmente compostas de quarto, sala, banheiro e cozinha, podendo ser incluídas neste caso as quitinetes. Hall de entrada e corredores com dimensões reduzidas. Caracterizam-se pela utilização de materiais construtivos básicos e poucos acabamentos, tanto nas áreascomuns como nas privativas.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS


1- Fachada Pintura sobre bloco aparente ou emboço. Caixilharia em madeira, alumínio ou ferro - padrão popular.

2- Área comum Piso de caco cerâmico ou cimentado. Paredes e forro com pintura simples sobre bloco aparente ou emboço.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura sobre emboço.

Áreas molhadas Barra impermeável ou azulejo comum em áreas localizadas e pintura sobre emboço.


4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Cimentado, cerâmica comum, lajota de barro ou forração.

Áreas molhadas Cimentado ou cerâmica comum.


5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura sobre laje de concreto ou sobre emboço.

Áreas molhadas Pintura sobre laje de concreto ou sobre emboço.

6 - Portas Madeira lisa tipo econômica, com ferragens comuns.

7- Instalações elétricas Simples e mínimas

8- Instalações hidráulicas Simples e mínimas

9- Instalações especiais Eventualmente interfone.


C - VALOR UNITÁRIO sem elevador: 0,50 a 0,85 de H8-2N


1.3.2- Apartamento padrão SIMPLES


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Edificações com três ou mais pavimentos, dotados ou não de elevador (marca comum) e satisfazendo a projeto arquitetônico simples. Hall de entrada e corredores com dimensões reduzidas e acabamentos simples, geralmente sem portaria, podendo o térreo apresentar outras destinações, tais como pequenos salões comerciais ou lojas. Eventualmente pode haver espaço para estacionamento contendo vagas de uso coletivo. Fachadas sem tratamentos especiais, normalmente pintadas a látex sobre emboço ou reboco, podendo ter aplicação de pastilhas, cerâmica ou equivalente. Unidades normalmente constituídas de sala, um ou mais dormitórios, banheiro, cozinha e área de serviço conjugada ou separada por meia parede, geralmente sem dependências de empregada.



B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada Pintura sobre bloco aparente ou emboço. Caixilharia em madeira, alumínio ou ferro - padrão popular.

2- Área comum Piso de granilite ou cerâmica comum. Paredes e forro com pintura simples sobre bloco aparente, emboço ou reboco.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex comum, sobre emboço, reboco ou gesso.

Áreas molhadas Barra de azulejo comum e pintura em látex no trecho superior.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Cerâmica comum, lajota de barro ou forração.

Áreas molhadas Cerâmica comum.


5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex comum sobre emboço ou reboco.

Áreas molhadas Pintura em látex comum sobre placa de gesso.


6 - Portas Madeira lisa tipo econômica, com ferragens comuns.

7- Instalações elétricas Simples e mínimas.

8- Instalações hidráulicas Simples e mínimas.

9- Instalações especiais Eventualmente interfone.


C - VALOR UNITÁRIO sem elevador: 0,86 a 1,25 de H8-2N
com elevador: 1,05 a 1,40 de H8-2N


1.3.3- Apartamento padrão MÉDIO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Edifícios com quatro ou mais pavimentos apresentando alguma preocupação com a forma e a funcionalidade arquitetônica, principalmente no tocante à distribuição interna das unidades, em geral, quatro por andar. Dotados de elevadores de padrão médio (social e serviço), geralmente com acessos e circulação pelo mesmo corredor. As áreas comuns apresentam acabamentos de padrão médio e podem conter salão de festas e, eventualmente, quadras de esportes e piscinas, além de guarita e apartamento de zelador. Fachadas com pintura sobre massa corrida ou texturizada, ou com aplicação de pastilhas, cerâmicas, ou equivalentes.
Unidades contendo sala para dois ambientes, cozinha, área de serviço conjugada, dois ou três dormitórios (podendo um deles ter banheiro privativo ser suíte) e uma vaga de garagem por unidade, podendo possuir, também, dependências para empregada.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada Pintura sobre massa corrida, massa texturizada, pastilha, cerâmicas ou "fulget"; podendo ocorrer a combinação destes materiais. Caixilharia em madeira, ferro ou alumínio padrão comercial.

2- Área comum Piso cerâmico, granilite ou pedras. Paredes e forro com pintura látex sobre massa corrida ou quantia.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou gesso.

Áreas molhadas Azulejo decorado.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Cerâmico, taco, carpete acrílico ou de madeira.

Áreas molhadas Cerâmica.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida.

Áreas molhadas Pintura em látex sobre placa de gesso.

6 - Portas Madeira estruturada, com ferragens de padrão comercial.

7- Instalações elétricas Completas com alguns circuitos independentes

8- Instalações hidráulicas Com aparelhos sanitários e metais comuns, eventualmente com aquecedor central ou individual.

9- Instalações especiais Com mais de um ponto de telefone e antena de TV.


C - VALOR UNITÁRIO sem elevador: 1,26 a 1,65 de H8-2N

com elevador: 1,41 a 1,80 de H8-2N


1.3.4- Apartamento padrão SUPERIOR


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Edifícios atendendo a projeto arquitetônico com soluções planejadas tanto na estética das fachadas como na distribuição interna dos apartamentos, em geral dois por andar. Dotados de dois ou mais elevadores (social e serviço), geralmente com acessos e circulação independentes. Hall social não necessariamente amplo, porém com revestimentos e elementos de decoração de bom padrão. Áreas externas com grandes afastamentos e jardins, podendo ou não conter área de lazer (salão de festas, quadras de esportes, piscinas, etc.). Fachadas com pintura sobre massa corrida, massa texturizada ou cerâmica; eventualmente combinados com detalhes em granito ou material equivalente. Unidades contendo salas para dois ou mais ambientes, três dormitórios, pelo menos uma suite, cozinha, dependências para empregada e duas ou mais vagas de estacionamento.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada Pintura sobre massa corrida, massa texturizada, pastilha, cerâmicas, "fulget" e eventualmente detalhes em granito ou "cortina de vidro" ou a combinação destes materiais. Caixilharia de alumínio de padrão superior

2- Área comum Piso cerâmico, pedras, granito, mármore ou granilite (escadaria e serviço). Parede com pintura látex sobre massa corrida e forro eventualmente em gesso ou madeira.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou gesso.

Áreas molhadas Azulejo, revestimento cerâmico com detalhes decorativos ou, ainda, revestimento melaminico.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Assoalho de madeira, taco, carpete, granito ou mármore.

Áreas molhadas Cerâmica, granito ou mármore.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou eventualmente forro de gesso.

Áreas molhadas Pintura em látex sobre placa de gesso.

6 - Portas Madeira estruturada, com ferragens de padrão superior. Podendo algumas exibir detalhes decorativos.

7- Instalações elétricas Completas com circuitos independentes. Componentes e acabamentos de boa qualidade.

8- Instalações hidráulicas Completas. Dotadas de aquecedor central. Louças e metais de boa qualidade. Podem possuir banheira com hidromassagem.

9- Instalações especiais Diversos pontos de telefone e de antena de TV. Sistema de segurança com circuito fechado de TV. Eventualmente, o edifício é dotado de gerador.


C - VALOR UNITÁRIO sem elevador: 1,66 a 2,05 de H8-2N
com elevador: 1,81 a 2,20 de H8-2N


1.3.5- Apartamento padrão FINO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Edifícios exibindo linhas arquitetônicas esmeradas. Normalmente compostos por um único apartamento por andar, podendo ser duplex. Elevadores de primeira linha com circulação independente para a parte social e de serviço, ambos com acesso direto aos subsolos. Hall social amplo com materiais de acabamento e de decoração esmerados e pé-direito elevado, dotados de guarita e sistema especial de segurança. Áreas externas com grandes afastamentos, planejadas e com tratamento paisagístico especial, geralmente complementadas com área de lazer completo. Fachadas dotadas de tratamentos especiais em concreto aparente, massa raspada, texturizada, granito ou material equivalente. Unidades com pelo menos quatro dormitórios (pelo menos duas suítes), sala para três ou mais ambientes, dependências de empregada, ampla área de serviço e pelo menos três vagas de estacionamento, eventualmente acrescidas de outras para visitantes.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada Revestimento cerâmico, granito, concreto aparente, massa raspada, massa texturizada, "cortina de vidro", ou a combinação desses materiais. Caixilharia de alumínio de padrão superior

2- Área comum Piso em pedras, granito, mármore ou porcelanato. Paredes com pintura látex sobre massa corrida ou pintura texturizada.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas
Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou gesso. Podendo existir painéis decorativos
Áreas molhadas Azulejo, revestimento cerâmico, pastilhas diferenciadas, porcelanato, mármore ou granito.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Assoalho de madeira, taco, carpete, granito ou mármore, com efeitos decorativos.

Áreas molhadas Cerâmica, granito, mármore ou porcelanato, com efeitos decorativos.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou forro de gesso.

Áreas molhadas Pintura em látex sobre placa de gesso.

6 - Portas Madeira estruturada ou maciça, com ferragens de padrão superior. Exibem detalhes decorativos.

7- Instalações elétricas Completa com todos os circuitos independentes. Com quantidade de pontos capaz de atender a toda utilização e conforto. Componentes e acabamentos de renomada qualidade e design.

8- Instalações hidráulicas Completas. Dotadas de aquecedor central. Louças e metais de qualidade superior. As suítes possuem banheira com hidromassagem e podem apresentar dois lavatórios e/ou dois vasos sanitários.

9- Instalações especiais Diversos pontos de telefone e de antena de TV. Sistema de segurança com circuito fechado de TV. Normalmente, o edifício é dotado de gerador. Possui ar condicionado individual ou central.


C - VALOR UNITÁRIO com elevador: 2,21 a 2,90 de H8-2N


1.3.6- Apartamento padrão LUXO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Edifícios com linhas arquitetônicas exclusivas e estilo diferenciado, atendendo a projeto arquitetônico singular, com áreas privativas e sociais amplas e bem planejadas, caracterizados pela natureza excepcionalmente nobre dos materiais e dos revestimentos utilizados. Elevadores de marca reputada, com acessos e circulação independentes para a parte social e de serviço. Saguão social amplo e pé direito elevado, dotado de materiais de acabamento e decoração esmerados e controlado com sistema de vigilância por TV. Áreas externas com grandes afastamentos, planejadas e atendendo projeto paisagístico, em geral contendo área de lazer completa. Fachadas com tratamento arquitetônico em concreto aparente ou revestimentos com massa raspada, massa texturizada, granito ou material equivalente. Unidades amplas, normalmente uma por andar, podendo ser duplex ou triplex, com preocupação especialmente voltada na disposição dos ambientes caracterizada pela circulação diferenciada nas áreas social, íntima e de serviço. Contendo salas para diversos ambientes (estar, jantar, íntima, lareira, almoço, biblioteca), pelo menos quatro suítes, com "closet", sendo uma máster, cozinha, despensa e área de serviço com instalações completas para empregados, além de varandas nas quais podem estar incluídas churrasqueiras e piscina privativas. Normalmente quatro ou mais vagas de estacionamento por unidade, além de outras para visitantes.


B - CARACTERÍSTICAS USUAIS DOS ACABAMENTOS

1- Fachada Granito, concreto aparente, massa raspada, "cortina de vidro", ou a combinação desses materiais, podendo incluir outros elementos ornamentais.

2- Área comum Piso em pedras, granito, mármore ou porcelanato. Paredes com pintura látex sobre massa corrida ou pintura texturizada.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou gesso. Podendo existir painéis decorativos

Áreas molhadas Azulejo, revestimento cerâmico, pastilhas diferenciadas, porcelanato, mármore ou granito.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Assoalho de madeira, taco, carpete, granito ou mármore, com efeitos decorativos.

Áreas molhadas Cerâmica, granito, mármore ou porcelanato, com efeitos decorativos.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou forro de gesso.

Áreas molhadas Pintura em látex sobre placa de gesso.

6 - Portas Madeira estruturada ou maciça, com ferragens de padrão superior. Exibem detalhes decorativos.

7- Instalações elétricas Completa com todos os circuitos independentes. Com quantidade de pontos capaz de atender a toda utilização e conforto. Componentes e acabamentos de renomada qualidade e design.

8- Instalações hidráulicas Completas. Dotadas de aquecedor central. Louças e metais de qualidade superior. As suítes possuem banheira com hidromassagem e podem apresentar dois lavatórios e/ou dois vasos sanitários.

9- Instalações especiais Diversos pontos de telefone e de antena de TV. Sistema de segurança com circuito fechado de TV. Dotado de gerador. Possui ar condicionado individual ou central.


C - VALOR UNITÁRIO com elevador: acima de 2,90 de H8-2N


CLASSE 2- COMERCIAL/SERVIÇO/INDUSTRIAL


GRUPO 2.1- ESCRITÓRIOS


2.1.1- Escritório padrão ECONÔMICO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS


Edificações térreas ou com mais pavimentos, executadas
obedecendo à estrutura convencional e sem preocupação com a funcionalidade ou o estilo arquitetônico. Não possuem elevador e normalmente não dispõem de espaço para estacionamento. Os andares usualmente são subdivididos em salas com dimensões reduzidas, geralmente dotadas de banheiros coletivos no andar, com instalações sumárias e com aparelhos sanitários básicos, de modelos simples. O térreo pode apresentar destinações diversas, tais como salões, oficinas ou lojas, sendo o acesso aos andares superiores feito através de escadas e corredores estreitos, geralmente sem portaria.


B - CARACTERÍSTICAS DOS ITENS CONSTRUTIVOS

1- Fachada Fachadas sem tratamento arquitetônico, normalmente pintadas a látex sobre emboço ou reboco, combinadas com caixilhos do tipo econômico, fabricados com material de qualidade inferior.

2- Área comum Piso de cerâmica comum, parede e forro com pintura comum sobre emboço.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura sobre emboço.

Áreas molhadas Barra de azulejo comum ou pintura sobre emboço.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Cerâmica comum ou forração.

Áreas molhadas Cerâmica comum.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura sobre emboço.

Áreas molhadas Pintura sobre emboço, eventualmente placas de gesso.

6 - Portas Madeira lisa tipo econômica, com ferragens comuns.

7- Instalações elétricas Simples e mínimas.

8- Instalações hidráulicas Simples e mínimas.

9- Instalações especiais inexistente


C - VALOR UNITÁRIO sem elevador: 0,50 a 0,80 de H8-2N


2.1.2- Escritório padrão SIMPLES


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS


Edificações com até quatro pavimentos, sem elevador, executadas obedecendo à estrutura convencional e arquitetura interior e exterior simples. Os andares, subdivididos em salas com dimensões reduzidas, possuem banheiros que podem ser privativos ou coletivos, contendo apenas instalações básicas e metais de modelo simples. Hall e corredores de larguras reduzidas, geralmente sem portaria, podendo o térreo apresentar destinações diversas, tais como salões ou lojas. Normalmente com poucas vagas de estacionamento.


B - CARACTERÍSTICAS DOS ITENS CONSTRUTIVOS

1- Fachada Fachadas com tratamento arquitetônico simples, normalmente pintadas a látex sobre emboço ou reboco, podendo ocorrer, na principal, aplicação de pastilhas, ladrilhos ou equivalentes e caixilhos comuns e fabricados com material simples e vãos de pequenas dimensões.

2- Área comum Piso de granilite, parede e forro com pintura comum sobre reboco.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex comum, sobre massa ou gesso.

Áreas molhadas Azulejo comum ou pintura em látex.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Cerâmica, taco, revestimento vinílico ou forração.

Áreas molhadas Cerâmica comum.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex comum, sobre massa ou gesso.

Áreas molhadas Pintura em látex comum sobre placa de gesso.

6 - Portas Madeira lisa tipo econômica, com ferragens comuns.

7- Instalações elétricas Simples e mínimas.

8- Instalações hidráulicas Simples e mínimas.

9- Instalações especiais Eventualmente interfone


C - VALOR UNITÁRIO sem elevador: 0,81 a 1,20 de H8-2N

com elevador: 1,00 a 1,35 de H8-2N



2.1.3- Escritório padrão MÉDIO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS


Edifícios com quatro ou mais pavimentos, atendendo a projeto arquitetônico simples, compreendendo salas ou conjuntos de salas de dimensões médias, dotadas de banheiros privativos, inclusive copa. Geralmente com número reduzido de vagas de estacionamento por unidade. Hall de entrada não necessariamente amplo, dotado de portaria e elementos decorativos simples. Quando existentes, os elevadores são de padrão médio. Áreas externas com pouco recuo mínimos e em geral ajardinadas.


B - CARACTERÍSTICAS DOS ITENS CONSTRUTIVOS

1- Fachada Fachadas com aplicação de pastilhas, texturas ou equivalentes e caixilhos de ferro, de alumínio ou similar observando vãos de dimensões médias.

2- Área comum Piso cerâmico ou pedras decorativas, parede e forro com pintura látex sobre massa corrida.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou gesso.

Áreas molhadas Azulejo ou pintura impermeabilizante sobre massa corrida.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Cerâmico, revestimento vinílico ou carpete.

Áreas molhadas Cerâmica comum.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou placas gesso.

Áreas molhadas Pintura em látex sobre placa de gesso.

6 - Portas Madeira bem estruturada, com ferragens de padrão comercial.

7- Instalações elétricas Com quantidade satisfatória de pontos que permita melhor flexibilização

8- Instalações hidráulicas Com componentes e materiais de boa qualidade.

9- Instalações especiais Interfonia e telefonia (com mais de um ponto), eventual sistema de segurança e local para ar condicionado.


C - VALOR UNITÁRIO sem elevador: 1,21 a 1,55 de H8-2N
com elevador: 1,36 a 1,70 de H8-2N


2.1.4- Escritório padrão SUPERIOR


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Edifícios atendendo a projeto arquitetônico especial, prevendo alguma versatilidade na distribuição dos espaços internos das unidades dispostas em lajes de proporções médias. Hall social amplo e com elementos decorativos de qualidade, dotados de elevadores de padrão superior. Normalmente com duas ou mais vagas de estacionamento por unidade e, eventualmente, também para visitantes. Áreas externas, em geral, com tratamento paisagístico.


B - CARACTERÍSTICAS DOS ITENS CONSTRUTIVOS

1- Fachada Fachadas tratadas com material de qualidade, como alumínio, revestimento de cerâmica ou "fulget", massa texturizada; caixilhos amplos e executados por projeto específico, podendo, inclusive, se constituírem nas denominadas "cortinas de vidro".

2- Área comum Piso cerâmico, pedras decorativas ou granito. Parede com pintura látex sobre massa corrida e forro em gesso ou eventualmente de madeira.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou gesso.

Áreas molhadas Azulejo, revestimento cerâmico ou melaminico.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Predominância de carpete

Áreas molhadas Cerâmica, granito ou mármore.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou placas de gesso, ou forro termo acústico.

Áreas molhadas Pintura em látex sobre placa de gesso.

6 - Portas Madeira bem estruturada, com ferragens de padrão superior.

7- Instalações elétricas Com quantidade satisfatória de pontos que permita melhor flexibilização, utilizando-se componentes de boa qualidade.

8- Instalações hidráulicas Com componentes e metais de boa qualidade.

9- Instalações especiais Interfonia e telefonia (com vários pontos), eventualmente: sistema de segurança, local para ar condicionado, local para grupo gerador e piso elevado.


C - VALOR UNITÁRIO sem elevador: 1,56 a 1,85 de H8-2N
com elevador: 1,71 a 2,10 de H8-2N



2.1.5- Escritório padrão FINO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS


Edifícios atendendo a projeto arquitetônico diferenciado,
especialmente concebido em lajes de grandes proporções, geralmente livres de alvenarias internas e com módulos de banheiros e copas em posições estratégicas e que permitem versatilidade no aproveitamento dos pavimentos, integral ou subdivido. Hall de entrada amplo, geralmente com pé direito duplo e dotados de revestimentos especiais. Áreas externas tratadas com projeto paisagístico especial. Elevadores de marca reputada, projetados com acabamentos de qualidade e especial capacidade deatendimento à circulação de pessoas. Geralmente dotados de heliponto e estacionamento com disponibilidade de diversas vagas, inclusive para visitantes.



B - CARACTERÍSTICAS DOS ITENS CONSTRUTIVOS


1- Fachada Fachadas tratadas com material de grande impacto visual, com uso de materiais como o aço inoxidável ou escovado, vidros duplos, refletivos, granito ou concreto aparente, integrando-se para se constituir as denominadas "cortinas de vidro".

2- Área comum Piso em mármore, granito ou ainda outro revestimento do mesmo nível. Paredes com pintura em látex ou massa texturizada e forro em gesso, metálico ou madeira. Térreo com saguão decorado.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou gesso. Podendo existir painéis decorativos

Áreas molhadas Azulejo, revestimento cerâmico ou melaminico.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Predominância de carpete

Áreas molhadas Cerâmica, granito ou mármore.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou placas de gesso, ou forro termo acústico.

Áreas molhadas Pintura em látex sobre placa de gesso.

6 - Portas Madeira bem estruturada, com ferragens de padrão superior. Na entrada principal Vidro temperado

7- Instalações elétricas Sistema flexível de distribuição de pontos e distribuição principal através de "Shaft". Componentes de ótima qualidade.

8- Instalações hidráulicas Com componentes e metais de qualidade superior e distribuição principal através de "Shaft".

9- Instalações especiais Interfonia telefonia, som e rede de informática (com vários pontos), heliponto, grupo gerador, sistema de segurança, ar condicionado central ou com "self-contained". Eventualmente piso elevado


C - VALOR UNITÁRIO com elevador: 2,11 a 3,00 de H8-2N



2.1.6- Escritório padrão LUXO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS


Edifícios atendendo a projeto arquitetônico singular, estruturado em lajes amplas e especialmente concebido para combinar automação predial e integrar sistemas de segurança e de manutenção, além de infra-estrutura adequada para receber os incrementos tecnológicos. Instalações de ar condicionado central com termo-acumulação de gelo, dotados, via de regra, de controles climáticos e sensores eletrônicos. Elevadores de alta velocidade e de grande capacidade, dotados de controladores de potência e tensão de acordo com a carga e de comandos especiais para atendimento a chamadas conforme necessidade dos usuários. Geralmente dotados de heliponto. Amplas áreas de estacionamento, com diversas vagas por unidade, inclusive para visitantes. Áreas externas com grandes afastamentos, atendendo projeto paisagístico especial e áreas comuns decoradas com materiais sofisticados, possuindo salões de convenções e outras dependências de apoio.


B - CARACTERÍSTICAS DOS ITENS CONSTRUTIVOS


1- Fachada Fachadas de grande impacto visual, integrando o uso do concreto armado, do aço inoxidável ou escovado, com vidros duplos ou triplos, refletivos ou semi-refletivos especialmente projetadas sob o ponto de vista de luminosidade, conforto térmico e isolamento acústico.


2- Área comum Piso em mármore, granito ou ainda outro revestimento do mesmo nível. Paredes com pintura em látex ou massa texturizada e com detalhes em madeira, inox, mármore ou granito. Forro em gesso, metálico ou madeira. Saguão do térreo com projeto de decoração.

3 - Revestimentos de paredes nas áreas privativas
Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou gesso. Podendo existir painéis decorativos

Áreas molhadas Azulejo, revestimento cerâmico ou melaminico.

4 - Revestimento de pisos nas áreas privativas

Áreas secas Predominância de carpete

Áreas molhadas Cerâmica, granito ou mármore.

5 - Revestimento de forros nas áreas privativas

Áreas secas Pintura em látex sobre massa corrida ou placas de gesso, ou forro termo acústico.

Áreas molhadas Pintura em látex sobre placa de gesso.

6 - Portas Madeira bem estruturada, com ferragens de padrão superior. Na entrada principal Vidro temperado

7- Instalações elétricas Sistema flexível de distribuição de pontos e distribuição principal através de "Shaft". Componentes de ótima qualidade.

8- Instalações hidráulicas Com componentes e metais de excelente qualidade e distribuição principal através de "Shaft". Em muitos casos sistema com funcionamento automático.

9- Instalações especiais Interfonia telefonia, som e rede de informática (com vários pontos), heliponto, grupo gerador, sistema de segurança, ar condicionado central ou com "self-contained". Eventualmente piso elevado e sistema de automação predial.


C - VALOR UNITÁRIO com elevador: acima de 3,00 de H8-2N


GRUPO 2.2- GALPÃO


2.2.1- Galpão padrão ECONÔMICO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS


Com um só pavimento e vãos de pequenas proporções, em geral inferiores a 10 metros, fechamentos com alvenaria de tijolos ou blocos de concreto, podendo ou não ser totalmente vedados. Cobertura em telhas de barro, metálicas ou fibrocimento, sobre estrutura de madeira ou metálica, sem forro. Fachadas sem revestimentos, podendo ser pintadas a látex sobre emboço ou reboco.


B - CARACTERÍSTICAS DOS ACABAMENTOS

1- Revestimentos de paredes:

Externas Geralmente sem revestimentos ou pintura sobre reboco.

Internas:

Áreas secas Geralmente sem revestimentos ou pintura sobre reboco.

Áreas molhadas Eventualmente barra impermeável nos banheiros.

2- Revestimento de pisos:

Áreas secas Em geral, cimento rústico.

Áreas molhadas Eventualmente em cerâmica comum nos banheiros.

3- Esquadrias:

Portas Madeira, alumínio e/ou ferro simples e de baixa qualidade.

Janelas Madeira, alumínio e/ou ferro simples e de baixa qualidade.

4- Instalações elétricas Mínimas e precárias

5- Instalações hidráulicas Sumárias, com aparelho sanitário simples.

6- Instalações especiais Inexistentes

7- Área externa Normalmente de terra batida, piso cimentado ou piso de concreto simples.


C - VALOR UNITÁRIO 0,20 a 0,40 de H8-2N


2.2.2- Galpão padrão SIMPLES


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS


Com um pavimento ou mais, podendo ter divisões internas para escritórios, mezaninos ou outras dependências. Projetados para vãos de proporções médias, em geral em torno de 10 metros, em estrutura metálica ou de concreto e fechamentos com alvenaria de tijolos ou blocos de concreto. Coberturas de telhas de barro ou de fibrocimento sobre tesouras de madeira ou metálicas, geralmente com forro. Fachadas normalmente pintadas a látex sobre emboço ou reboco, ou sem revestimentos.


B - CARACTERÍSTICAS DOS ACABAMENTOS

1- Revestimentos de paredes:

Externas Pintura sobre reboco ou emboço.

Internas:

Áreas secas Pintura sobre reboco ou emboço.

Áreas molhadas Barra impermeável ou de azulejo comum nos banheiros.

2- Revestimento de pisos:

Áreas secas Cimentado rústico ou em concreto simples.

Áreas molhadas Cerâmica comum ou cacos de cerâmica.

3- Esquadrias:

Portas Madeira, ferro e/ou alumínio.
Janelas Madeira, ferro e/ou alumínio.

4- Instalações elétricas Econômicas.

5- Instalações hidráulicas Simples e dotadas apenas do básico.

6- Instalações especiais Inexistentes

7- Área externa Normalmente de piso cimentado ou de concreto simples.


C - VALOR UNITÁRIO 0,41 a 0,80 de H8-2N


2.2.3- Galpão padrão MÉDIO


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Com um pavimento ou mais, projetados para vãos, em geral, superiores a 10 metros, utilizando estruturas metálicas ou de concreto pré-moldado ou armado no local. Coberturas metálicas ou telhas pré-moldadas de concreto protendido. Fachadas com tratamento arquitetônico simples, pintadas a látex, com revestimento de cerâmica ou outros materiais. Áreas externas com piso cimentado ou concreto simples, podendo ter partes ajardinadas.


B - CARACTERÍSTICAS DOS ACABAMENTOS

1- Revestimentos de paredes:

Externas Pintura sobre emboço ou reboco.

Internas:

Áreas secas Pintura sobre emboço ou reboco.

Áreas molhadas Azulejo até o teto ou revestimento
impermeabilizante.

2- Revestimento de pisos:

Áreas secas Concreto, eventualmente revestidos com outros materiais nas áreas administrativas.

Áreas molhadas Cerâmica ou equivalente.

3- Esquadrias:

Portas Madeira, ferro e/ou alumínio.
Janelas Madeira, ferro e/ou alumínio.

4- Instalações elétricas Simples, econômica e com poucos pontos.

5- Instalações hidráulicas Simples, econômica e, em geral, aparente.

6- Instalações especiais Inexistentes

7- Área externa Normalmente de piso cimentado ou concreto simples.


C - VALOR UNITÁRIO 0,81 a 1,40 de H8-2N


2.2.4- Galpão padrão SUPERIOR


A - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Com um pavimento ou mais, pé-direito elevado e vão de grandes proporções, utilizando estruturas especiais metálicas, de concreto pré-moldado ou armado no local. Coberturas metálicas ou telhas pré-moldadas de concreto protendido. Fachadas com tratamento arquitetônico, utilizando painéis de vidro, pintura a látex, revestimento cerâmico ou outros materiais. Áreas externas com tratamento paisagístico, pavimentação, tendo como dependências acessórias vagas de estacionamento, guarita, plataforma de carga e descarga, dentre outras.


B - CARACTERÍSTICAS DOS ACABAMENTOS

1- Revestimentos de paredes:

Externas Pinturas ou revestimentos especiais.

Internas:

Áreas secas Pintura a látex ou especial sobre massa fina.

Áreas molhadas Azulejo até o teto ou revestimentos impermeabilizantes.

2- Revestimento de pisos:

Áreas secas Concreto de alta resistência ou cerâmica, dependendo da destinação.

Áreas molhadas Cerâmica.

3- Esquadrias:

Portas Madeira, ferro e/ou alumínio, geralmente obedecendo a projeto.

Janelas Madeira, ferro e/ou alumínio, geralmente obedecendo a projeto.

4- Instalações elétricas Circuitos projetados, com cabine de força.

5- Instalações hidráulicas Completas.

6- Instalações especiais Rede de combate a incêndio, ar condicionado central para a área administrativa, etc..

7- Área externa Normalmente de piso cimentado ou concreto simples, geralmente com projeto paisagístico.


C - VALOR UNITÁRIO Acima de 1,40 de H8-2N


GRUPO 2.3- LOJA: vide recomendação nos itens III.1.12 e III.2.8.


CLASSE 3- ESPECIAIS


GRUPO 3.1- COBERTURAS


3.1.1- Cobertura padrão SIMPLES


A- CARACTERÍSTICAS GERAIS


Cobertura de telhas de barro, metálicas ou fibrocimento apoiadas sobre peças simples de madeira ou de concreto pré-moldado em pequenos vãos; sem forro; sem fechamentos laterais; piso cimentado ou com revestimentos simples. Podem utilizar como apoio, muros ou paredes de outras edificações.


B- VALOR UNITÁRIO 0,05 a 0,15 de H8-2N



3.1.2- Cobertura padrão MÉDIO


A- CARACTERÍSTICAS GERAIS


Cobertura de telhas de barro, fibrocimento, metálica ou material equivalente envolvendo vãos médios, apoiada sobre estrutura de madeira, metálica ou de concreto pré-moldado; com ou sem forro; sem fechamentos laterais; piso cimentado ou com revestimentos diversos. Podem utilizar como apoio, muros ou paredes de outras edificações.


B- VALOR UNITÁRIO 0,16 a 0,25 de H8-2N


3.1.3- Cobertura padrão SUPERIOR


A- CARACTERÍSTICAS GERAIS

Cobertura metálica, de fibrocimento ou material equivalente de grandes vãos e pés direitos elevados, apoiada sobre estrutura metálica ou de concreto pré-moldado; com ou sem forro; sem fechamentos laterais; piso cimentado ou com revestimentos diversos.


B- VALOR UNITÁRIO 0,26 a 0,50 de H8-2N


RESUMO DOS VALORES UNITÁRIOS

CLASSE GRUPO PADRÃO INTERVALO DE VALORES

Mínimo Médio Máximo

1- RESIDENCIAL

1.1- BARRACO

1.1.1- Padrão Rústico 0,05 0,075 0,10

1.1.2- Padrão Simples 0,11 0,130 0,15


1.2- CASA

1.2.1- Padrão Rústico 0,30 0,350 0,40

1.2.2- Padrão Proletário 0,41 0,480 0,55

1.2.3- Padrão Econômico 0,56 0,655 0,75

1.2.4- Padrão Simples 0,76 0,880 1,00

1.2.5- Padrão Médio 1,01 1,155 1,30

1.2.6 -Padrão Superior 1,31 1,480 1,65

1.2.7- Padrão Fino 1,66 2,030 2,40

1.2.8 -Padrão Luxo Acima de 2,40


1.3- APARTAMENTO

1.3.1- Padrão Econômico 0,50 0,675 0,85

1.3.2- Padrão Simples Sem elevador 0,86 1,055 1,25
Com elevador 1,05 1,225 1,40

1.3.3- Padrão Médio Sem elevador 1,26 1.455 1,65
Com elevador 1,41 1.605 1,80

1.3.4- Padrão Superior Sem elevador 1,66 1,855 2,05
Com elevador 1,81 2,005 2,20

1.3.5- Padrão Fino 2,21 2,555 2,90

1.3.6- Padrão Luxo Acima de 2,90


2- COMERCIAL - SERVIÇO - INDUSTRIAL

2.1- ESCRITÓRIO

2.1.1- Padrão Econômico 0,50 0,650 0,80

2.1.2- Padrão Simples Sem elevador 0,81 1,005 1,20
Com elevador 1,00 1,175 1,35

2.1.3- Padrão Médio Sem elevador 1,21 1,380 1,55
Com elevador 1,36 1,530 1,70

2.1.4- Padrão Superior Sem elevador 1,56 1,705 1,85
Com elevador 1,71 1,905 2,10

2.1.5- Padrão Fino 2,11 2,555 3,00

2.1.6- Padrão Luxo Acima de 3,00


2.2- GALPÃO

2.2.1- Padrão Econômico 0,20 0,300 0,40

2.2.2- Padrão Simples 0,41 0,605 0,80

2.2.3- Padrão Médio 0,81 1,105 1,40

2.2.4- Padrão Superior Acima de 1,40


3- ESPECIAL

3.1- COBERTURA

3.1.1- Padrão Simples 0,05 0,100 0,15

3.1.2- Padrão Médio 0,16 0,205 0,25

3.1.3- Padrão Superior 0,26 0,380 0,50


III- RECOMENDAÇÕES


III.1- RECOMENDAÇÕES GERAIS


Considerando que a ótica das análises efetuadas pela Comissão tem como parâmetro as edificações que atendem a legislação pertinente e a boa técnica construtiva, recomenda-se que os peritos, bem como os auxiliares técnicos das partes, ponderem na avaliação:


III.1.1- a característica da edificação em relação ao seu entorno, em especial no que diz respeito à Lei de Uso e Ocupação do Solo e ao Código de Obras e Edificações;


III.1.2- a regularidade da edificação em relação ao cadastro imobiliário municipal e ao registro imobiliário;


III.1.3- as características da edificação no que tange à ventilação, iluminação e insolação;


III.1.4- as características da edificação quanto à sua planta de distribuição interna;


III.1.6- na hipótese de uma ou mais das análises recomendadas mostrar relevante anomalia, deve o técnico estabelecer, justificadamente, a eventual menor valia.


III.1.7- faz-se necessário ressaltar que os valores recomendados neste trabalho dizem respeito a valores de venda, não sendo admitido o acréscimo de qualquer fator a título de vantagem da coisa feita;


III.1.8- as descrições apresentadas refletem as características de maior incidência em cada tipo;


III.1.10- as especificações relativas a acabamentos, equipamentos, etc., foram aquelas relativas à atual tendência de mercado;


III.1.11- as características descritas em cada um dos itens, isoladamente, não autorizam a classificação no padrão respectivo;


III.1.11- recomenda-se que após o enquadramento no padrão seja precedido da comparação com os demais, em especial, com aqueles situados imediatamente antes e depois.


III.1.12- recomenda-se, para os Grupos Apartamentos, Lojas, Escritórios e Galpões, sempre que possível, a utilização do método comparativo, utilizando-se os parâmetros definidos e fixados para a homogeneização.


III.2- RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS


III.2.1- Depreciação pelo obsoletismo e estado de conservação

O critério a seguir especificado é uma adequação do método Ross/Heidecke que leva em conta o obsoletismo, o tipo de construção e acabamento, bem como o estado de conservação da edificação, na determinação de seu valor de venda.

O valor unitário da edificação avalianda, fixado em função do padrão construtivo, é multiplicado pelo FATOR DE ADEQUAÇÃO AO OBSOLETISMO E AO ESTADO DE CONSERVAÇÃO - FOC, para levar em conta a depreciação.


O fator FOC é determinado pela expressão:


FOC = R + K * (1- R),

onde:


R = coeficiente residual correspondente ao padrão, expresso em decimal, obtido na TABELA 1.


K = coeficiente de Ross/Heidecke, encontrado na TABELA 2.


A vida referencial (Ir) e o valor residual (R) estimados para os padrões especificados neste estudo são:


TABELA 1

CLASSE TIPO PADRÃO VIDA REFERENCIAL "


Ir" (anos) - VALOR RESIDUAL "R"(%)


RESIDENCIAL BARRACO RÚSTICO 5 - 0

SIMPLES 10 - 0

CASA RÚSTICO 60 - 20

PROLETÁRIO 60 - 20

ECONÔMICO 70 - 20

SIMPLES 70 - 20

MÉDIO 70 - 20

SUPERIOR 70 - 20

FINO 60 - 20

LUXO 60 - 20

APARTAMENTO ECONÔMICO 60 - 20

SIMPLES 60 - 20

MÉDIO 60 - 20

SUPERIOR 60 - 20

FINO 50 - 20

LUXO 50 - 20

COMERCIAL ESCRITÓRIO ECONÔMICO 70 - 20

SIMPLES 70 - 20

MÉDIO 60 - 20

SUPERIOR 60 - 20

FINO 50 - 20

LUXO 50 - 20

GALPÕES RÚSTICO 60 - 20

SIMPLES 60 - 20

MÉDIO 80 - 20

SUPERIOR 80 - 20

COBERTURAS RÚSTICO 20 - 10

SIMPLES 20 - 10

SUPERIOR 30 - 10


Obtém-se o coeficiente "K", na TABELA 2, mediante dupla entrada:

- na linha, entra-se com o número da relação percentual entre a idade da edificação na época de sua avaliação - Ie - e a vida referencial - Ir - relativa ao padrão dessa construção.

- na coluna, utiliza-se a letra correspondente ao estado de conservação da edificação, fixado segundo as faixas especificadas no QUADRO A.

A idade da edificação na época de sua avaliação - Ie - é aquela estimada em razão do obsoletismo da construção avalianda, quando deverá ser ponderada: a arquitetura, a funcionalidade e as características dos materiais empregados nos revestimentos.

A idade da edificação na época de sua avaliação - Ie - não pode ser superior à sua idade real e o estado de conservação, alerta-se, não deve ser considerado na sua fixação.

O estado de conservação deve ser fixado em razão das constatações em vistoria que deverá observar o estado aparente em que se encontram: sistema estrutural, de cobertura, hidráulico e elétrico; paredes, pisos e forros, inclusive seus revestimentos; pesando os seus custos para recuperação total.

O estado de conservação da edificação deve ser classificado segundo a graduação que consta do Quadro A que segue:

QUADRO A

Ref. ESTADO DA EDIFICAÇÃO: Depreciação (%) Características

a. Nova 0,00.Edificação nova ou com reforma geral e substancial, com menos de dois anos, que apresente apenas sinais de desgaste natural da pintura externa.


b. Entre nova e regular 0,32. Edificação nova ou com reforma geral e substancial, com menos de dois anos, que apresente necessidade apenas de uma demão leve de pintura para recompor a sua aparência.


c. Regular 2,52 . Edificação seminova ou com reforma geral e substancial entre 2 e 5 anos, cujo estado geral possa ser recuperado apenas com reparos de eventuais fissuras superficiais localizadas e/ou pintura externa e interna.


d. Entre regular e necessitando reparos simples 8,09. Edificação seminova ou com reforma geral e substancial entre 2 e 5 anos, cujo estado geral possa ser recuperado com reparo de fissuras e trincas localizadas e superficiais e pintura interna e externa.


e. Necessitando de reparos simples 18,10. Edificação cujo estado geral possa ser recuperado com pintura interna e externa, após reparos de fissuras e trincas superficiais generalizadas, sem recuperação do sistema estrutural. Eventualmente, revisão do sistema hidráulico e elétrico.


f. Necessitando de reparos de simples a importantes 33,20. Edificação cujo estado geral possa ser recuperado com pintura interna e externa, após reparos de fissuras e trincas, com estabilização e/ou recuperação localizada do sistema estrutural. As instalações hidráulicas e elétricas possam ser restauradas mediante a revisão e com substituição eventual de algumas peças desgastadas naturalmente. Eventualmente possa ser necessária a substituição dos revestimentos de pisos e paredes, de um, ou de outro cômodo. Revisão da impermeabilização ou substituição de telhas da cobertura.


g. Necessitando de reparos importantes 52,60. Edificação cujo estado geral possa ser recuperado com pintura interna e externa, com substituição de panos de regularização da alvenaria, reparos de fissuras e trincas, com estabilização e/ou recuperação de grande parte do sistema estrutural. As instalações hidráulicas e elétricas possam ser restauradas mediante a substituição das peças aparentes. A substituição dos revestimentos depisos e paredes, da maioria dos cômodos, se faz necessária. Substituição ou reparos importantes na impermeabilização ou no telhado.


h. Necessitando de reparos importantes a edificação sem valor 75,20. Edificação cujo estado geral seja recuperado com estabilização e/ou recuperação do sistema estrutural, substituição da regularização da alvenaria, reparos de fissuras e trincas. Substituição das instalações hidráulicas e elétricas. Substituição dos revestimentos de pisos e paredes. Substituição da impermeabilização ou do telhado.


i. Sem valor 100,00. Edificação em estado de ruína.

NOTA: As características relativas aos estados de conservação supra explicitadas devem ser tomadas como referência geral, cabendo ao avaliador a ponderação das observações colhidas em vistoria.


A TABELA 2, com os valores tabulados para o coeficiente "K", é:

TABELA 2


Ie/Ir*100% - ESTADO DE CONSERVAÇÃO


a b c d e f g h

2 - 0,990 0,987 0,965 0,910 0,811 0,661 0,469 0,246

4 - 0,979 0,976 0,954 0,900 0,802 0,654 0,464 0,243

6 - 0,968 0,965 0,944 0,890 0,793 0,647 0,459 0,240

8 - 0,957 0,954 0,933 0,880 0,784 0,639 0,454 0,237

10 - 0,945 0,942 0,921 0,869 0,774 0,631 0,448 0,234

12 - 0,933 0,930 0,909 0,858 0,764 0,623 0,442 0,231

14 - 0,920 0,917 0,897 0,846 0,753 0,615 0,436 0,228

16 - 0,907 0,904 0,884 0,834 0,743 0,606 0,430 0,225

18 - 0,894 0,891 0,871 0,822 0,732 0,597 0,424 0,222

20 - 0,880 0,877 0,858 0,809 0,721 0,588 0,417 0,218

22 - 0,866 0,863 0,844 0,796 0,709 0,578 0,410 0,215

24 - 0,851 0,848 0,830 0,782 0,697 0,568 0,403 0,211

26 - 0,836 0,833 0,815 0,768 0,685 0,558 0,396 0,207

28 - 0,821 0,818 0,800 0,755 0,672 0,548 0,389 0,204

30 - 0,805 0,802 0,785 0,740 0,659 0,538 0,382 0,200

32 - 0,789 0,786 0,769 0,725 0,646 0,527 0,374 0,196

34 - 0,772 0,770 0,753 0,710 0,632 0,516 0,366 0,191

36 - 0,755 0,753 0,736 0,694 0,618 0,504 0,358 0,187

38 - 0,738 0,736 0,719 0,678 0,604 0,493 0,350 0,183

40 - 0,712 0,710 0,694 0,654 0,583 0,476 0,337 0,177

42 - 0,701 0,699 0,683 0,644 0,574 0,468 0,332 0,174

44 - 0,683 0,681 0,666 0,628 0,559 0,456 0,324 0,169

46 - 0,664 0,662 0,647 0,610 0,544 0,444 0,315 0,165

48 - 0,645 0,643 0,629 0,593 0,528 0,431 0,306 0,160

50 - 0,625 0,623 0,609 0,574 0,512 0,418 0,296 0,155

52 - 0,605 0,603 0,590 0,556 0,495 0,404 0,287 0,150

54 - 0,584 0,582 0,569 0,537 0,478 0,390 0,277 0,145

56 - 0,563 0,561 0,549 0,517 0,461 0,376 0,267 0,140

58 - 0,542 0,540 0,528 0,498 0,444 0,362 0,257 0,134

60 - 0,512 0,510 0,499 0,471 0,419 0,342 0,243 0,127

62 - 0,498 0,496 0,485 0,458 0,408 0,333 0,236 0,124

64 - 0,475 0,473 0,463 0,437 0,389 0,317 0,225 0,118

66 - 0,452 0,451 0,441 0,415 0,370 0,302 0,214 0,112

68 - 0,429 0,428 0,418 0,394 0,351 0,287 0,203 0,106

70 - 0,405 0,404 0,395 0,372 0,332 0,271 0,192 0,100

72 - 0,378 0,377 0,368 0,347 0,310 0,253 0,179 0,094

74 - 0,356 0,355 0,347 0,327 0,292 0,238 0,169 0,088

76 - 0,331 0,330 0,323 0,304 0,271 0,221 0,157 0,082

78 - 0,306 0,305 0,298 0,281 0,251 0,204 0,145 0,076

80 - 0,280 0,279 0,273 0,257 0,229 0,187 0,133 0,069

82 - 0,254 0,253 0,248 0,233 0,208 0,170 0,120 0,063

84 - 0,227 0,226 0,221 0,209 0,186 0,152 0,108 0,056

86 - 0,200 0,199 0,195 0,184 0,164 0,134 0,095 0,050

88 - 0,173 0,172 0,169 0,159 0,142 0,116 0,082 0,043

90 - 0,145 0,145 0,141 0,133 0,119 0,097 0,069 0,036

92 - 0,117 0,117 0,114 0,108 0,096 0,078 0,055 0,029

94 - 0,088 0,088 0,086 0,081 0,072 0,059 0,042 0,022

96 - 0,059 0,059 0,058 0,054 0,048 0,039 0,028 0,015

98 - 0,030 0,030 0,029 0,028 0,025 0,020 0,014 0,007

100 - 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000


III.2.2- Nas desapropriações parciais, os cômodos atingidos parcialmente, desde que resulte o remanescente deles inaproveitáveis (por exemplo: dimensões diminutas), devem ser indenizados pela sua área total, sem prejuízo de eventual valor relativo à readaptação da fachada previsto no item seguinte;


III.2.3- Nas desapropriações parciais devem ser previstos, além do valor relativo às benfeitorias e edificações efetivamente atingidas, em sendo o caso, os custos de adaptação do fecho, da fachada, mudança do cavalete de entrada de água, de energia elétrica, gás, telefone e de tv.;


III.2.4- A perda parcial ou total de recuos em alguns casos pode sujeitar a edificação à poluição sonora, ambiental, etc.. Nas situações em que o recuo remanescente resulte inferior ao mínimo exigido pela legislação e a depreciação da construção seja devida, está poderá corresponder a até 50% do valor de sua parcela contida na faixa de terreno com largura igual ao recuo mínimo, limitado ao recuo mínimo legal, a partir a linha expropriatória, variando proporcionalmente à parcela de recuo perdido em relação ao primitivo, ou seja:


Dr = 0,50 * VCD * (rp - rR)/rL


Onde:


Dr = depreciação da construção pela perda ou redução de recuo


VCD = valor da construção contida na faixa de recuo deslocada


rP = recuo primitivo, igual ou menor queo recuo legal


rR = recuo remanescente


rL = recuo mínimo legal


NOTA: Nas desapropriações parciais em que o terreno é ocupado com edificações que possuam recuos maiores que os obrigatórios em razão de projeto arquitônico específico, poderá ser prevista desvalorização dessas edificações, mesmo que os recuos remanescentes obedeçam aos mínimos obrigatórios, desde que justificadas.


III.2.5- As características gerais e dos acabamentos especificados são aqueles de maior incidência, atualmente, em cada padrão, recomendando-se que na avaliação de construções antigas, sejam levadas em consideração as características próprias de sua época para efeito de enquadramento nos padrões deste estudo.


III.2.6- Para enquadramento nos padrões referendados neste estudo é necessário observar o conjunto das especificações, considerando a distribuição interna, a qualidade dos acabamentos e da mão-de-obra empregados, assim como o tipo da edificação em relação às de seu entorno e a proporção adequada da área construída em relação à superfície do terreno que ocupa.


III.2.7- Para as edificações dos grupos Apartamentos, Escritórios e Galpões recomenda-se, preferentemente, o uso do método comparativo, servindo os parâmetros definidos e fixados neste estudo como referencial para as homogeneizações.


III.2.8- Os valores unitários para as Lojas devem ser obtidos pelo uso do método comparativo direto, podendo, em casos excepcionais, ser obtido em função do enquadramento no padrão construtivo da edificação que a contenha ou, ainda, em outro padrão previsto neste estudo.


III.2.9- Na hipótese de não ser viável estabelecer com segurança o valor unitário para Casas de padrão Luxo, a partir do valor fixado neste trabalho, recomenda-se o metido comparativo. Na impossibilidade, admite-se orçamento específico, com acréscimo justificado de fator a título "vantagem da coisa feita".


III.2.10- As garagens, corredores e coberturas acessórias das residências devem ser avaliadas pelo mesmo valor unitário atribuído ao corpo da edificação que integram, desde que possuam as mesmas características. Quando destacadas e/ou possuindo características diferentes, deverá ser adotado o valor correspondente.


III.2.11- O unitário relativo à área construída relativa aos pavimentos destinados às garagens coletivas será equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do valor unitário fixado para os demais pavimentos.



III.2.12- Nos casos em que a existência de pisos especiais, por exemplo: de alta resistência à abrasão, carga ou a agentes químicos, não estejam previstos no padrão, o sobre valor relativo a eles deve ser avaliado à parte, utilizando-se, para tanto, planilhas de composição de preços.


III.2.13- Nas desapropriações parciais, em não havendo a possibilidade de relocação da vaga de estacionamento de auto no terreno, o valor da depreciação da edificação (atingida parcialmente ou não) a esse título deverá ser equiparada, no máximo, à capitalização, à taxa de renda de 10% ao ano, do valor do aluguel mensal médio na região, apuradopelo método comparativo, independentemente da indenização da parcela do terreno atingido.


NOTA 1: Nos imóveis residenciais o número de vaga a ser considerado é aquele assim determinado no projeto aprovado e, quando não for possível sua fixação, sugere-se os seguintes números máximos:


Padrão Nº de vagas máximo


Rústico e Simples 01
Médio 02
Superior 03
Fino 04
Luxo 05


NOTA 2: Nos imóveis residenciais adaptados para o uso em Serviços/Comércio, desde que situados em locais em que tais atividades sejam permitidas, o número de vagas será aquele constatado, quando deverá ser levado em consideração, além das dimensões mínimas legais. Para determinação do valor locativo deve ser levado em conta o período de utilização.


III.2.14- Nos casos em que o valor da indenização correspondente à expropriação parcial (valor do terreno e das edificações necessárias + valor da depreciação do terreno e da construção remanescentes + valor das obras e serviços de adaptação do remanescente) ultrapassar o valor de mercado do imóvel original, deve ser oferecida a opção de indenização total.


III.2.15- As construções acessórias na Classe Residencial, tais como: garagem e terraço, serão avaliados pelo mesmo valor atribuído ao corpo da edificação que integram, desde que possuam as mesmas características. Em sendo destacadas e/ou possuindo características diferentes, o valor atribuído será aquele específico para o seu padrão.


III.2.16- Havendo no mesmo imóvel edificações com padrões diferentes, cada uma deve ser avaliada no seu respectivo padrão.


III.2.17- Construções e benfeitorias acessórias ou especiais, tais como: pavimentação, guarita, reservatório de água, cabine de força, etc., devem ser avaliadas em separado.


III.2.18- As edificações e benfeitorias não previstas neste estudo deverão ser analisadas especificamente e o valor adotado deverá ser devidamente justificado.


III.2.19- Em razão da sistemática adotada para este estudo, o fator oferta quando aplicado para a determinação do valor residual do terreno em elementos comparativos de terreno com construção, deve ser sobre o valor global da oferta, e não apenas na parcela terreno.


IV- ENCERRAMENTO


O presente estudo é composto de vinte e três folhas, sendo que esta, a última, vai datada e assinada pelos membros da Comissão de Peritos.


São Paulo, 26/abril/2002.


A COMISSÃO DE PERITOS


ÁLVARO MARTINIANO DE AZEVEDO JR.
MAURO DE CARVALHO SENNA
CLÁUDIO ANDRÉ SAYEG
MAURO NARDINO F. SCACCHETTI
CLÁUDIO GUEDES
PAULO MOREIRA DA SILVA
FAUSTO VALETIM BRAIDATTO
ROBERTO LEOMIL GARCIA
FLÁVIO F. FIGUEIREDO
SERGIO CAMPOS CARNEIRO
HUGO ANDRADE DE SOUZA JÚNIOR
SÉRGIO LUIZ R. DOS S. NOVAES
JOÃO DORIVAL DE FREITAS
SHUNJI NASSUNO
JOAQUIM VICENTE REZENDE LOPES
WALMIR PEREIRA MODOTTI
JOSÉ LUIZ V. MACEDO BRANDÃO
WALTER PEREIRA MONTEIRO JÚNIOR
MARCOS GRAVA ZINNI
JAIR DOS ANJOS PESSOA

REPRESENTANTE. DA P.M.S.P.

Colaborou:
Ana Maria de Biazzi D. de Oliveira

Pelo IBAPE
Obs.: substitui o estudo datado de 22/04/02 em razão da correção da numeração dos itens e das folhas.


COMISSÃO DE PERITOS DAS DD. VARAS DA FAZENDA PÚBLICA DA CAPITAL

Portaria CAJUFA nº 01/99

1. EDIFICAÇÕES - VALORES DE VENDA - 26/ABRIL/2002 Página 22 de 1.
 

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